terça-feira, 21 de março de 2017

APL REUNIÃO 1/4/2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA APL

Pelo presente Edital e a quem interessar possa (em conformidade com o Estatuto Social vigente), FICAM CONVOCADOS TODOS OS MEMBROS EFETIVOS desta Entidade para comparecerem à Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em conformidade com o ORGANOGRAMA abaixo descrito:
       I.          DATA: sábado, 1º (primeiro) de abril de 2017;
     II.          HORÁRIO: a partir das 14 horas;
   III.          LOCAL: CEF 01 de Planaltina (Centrinho);
  IV.          PROGRAMAÇÃO BIMESTRAL:

4.1: ABERTURA pela MDT – Mesa Diretora dos Trabalhos:
A.    Palavras do Presidente;
B.     Leitura da Ata (Sessão anterior) e da Pauta;
C.     Informes Oficiais da Entidade;

4.2: TAL – TRIBUNA ACADÊMICA LIVRE (Palavra Franca para Informes Gerais): espaço para divulgação de assuntos diversos tanto pelos acadêmicos quanto pelos demais presentes;

4.3: MOCSA – MOMENTO OFICIAL DE CULTO AO SABER ACADÊMICO: espaço livre para Manifestações ou Observações Culturais (Sugestão: 57 anos da Inauguração de Brasília);

4.4: CARPE-DIEN – CARDÁPIO DE PETIÇÕES E DELIBERAÇÕES INSTITUCIONAIS DA ENTIDADE (Tomada de Decisões):
A.    Discussão e votação da Proposta de Novo Estatuto, já previamente examinada pela Comissão de Reforma Estatutária; essa proposta foi entregue aos acadêmicos em 18/2/17 e disponibilizada em blog igualmente divulgado;
B.     Discussão e votação da Proposta de Regimento Interno, autoria da Diretoria, e já previamente examinada pela dita Comissão; também divulgada no mesmo texto de estatuto;
C.     Organização do Cerimonial de Posse, prevista para 24/6/17, dos Acadêmicos aprovados na Sessão de 18/2/2017;

4.5: ENCERRAMENTO previsto: 17:30;

Brasília-DF, 15 de março 2017.

XIKO MENDES

Presidente, Gestão Interina (18/2 a 4/9/2017).

sábado, 4 de março de 2017

CIA TRANSIÇÕES PLANALTINA-DF

Talentos de Planaltina-DF

Professor e escritor XIKO MENDES
(Presidente da APL – ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS).

No dia 28 de fevereiro de 2017 Planaltina, silenciosamente, se esqueceu de celebrar os 125 ANOS da instalação do município de Mestre d’Armas-GO. Sim, antes de julho de 1917, nossa cidade teve vários nomes. Entre 1750 e 1811 era simplesmente Mestre d’Armas. Tornou-se São Sebastião de Mestre d’Armas (1811, 1859, 1891). Virou município conservando seu nome primitivo (1892-1911). Depois nossa cidade  por seis anos virou Altamir. Nome que não colou. E em 1917 – há exatos cem anos! – fomos renomeados como Planaltina (até então adjetivo para quem mora no Planalto Central).

Esse preâmbulo aqui foi feito para lembrar quanto Planaltina não deve perder as apresentações geniais da sua companhia de dança TRANSIÇÕES. Hoje, 4/3/17, assisti por 70 minutos, na pracinha do Museu Histórico e Artístico de Planaltina, um dos mais belos espetáculos de dança em Brasília. Composto por dez jovens e talentosos bailarinos, entre eles, minha ex-aluna Lorena Siqueira, este grupo tem futuro promissor no celeiro cultural brasiliense e quiçá do Brasil.

O espetáculo AS FACES DE UM POVO CENTENÁRIO nada mais é que uma bela homenagem aos 125 anos dessa Planaltina que emancipou-se lá em 1891/1892 para naquela mesma época hospedar a Missão Cruls que aqui veio promover estudos científicos preparatórios do que depois seria a construção de Brasília. Nós, da APL – ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS (que em breve nos tornaremos Academia Planaltinense de Letras, Artes e Ciências – APLAC assim que aprovarmos nosso novo estatuto em abril de 2017), PARABENIZAMOS ESSES DEZ JOVENS DA CIA TRANSIÇÕES com a certeza de que a grande mídia erra, fragorosamente, quando amplifica ações violentas em nossa cidade e deixa de dar visibilidade nos meios de comunicação a eventos culturais tão bem feitos como esse da TRANSIÇÕES.


            PARABÉNS, AO LEHANDRO e sua equipe pelo excelente espetáculo! Siga em frente, TRANSIÇÕES!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA-DF

ATO DE DESAGRAVO ACADÊMICO AO EDUCADOR E HISTORIADOR MÁRIO CASTRO, APROVADO POR UNANIMIDADE NA ASSEMBLEIA GERAL ACADÊMICA DE 18/2/17, PARA SER LIDO NA PRÓXIMA REUNIÃO DO CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA-DF**

À ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE PLANALTINA;
Ao Ilmº. Sr. Prof. Nilvan Vasconcelos,
D.D. Presidente do Conselho do Patrimônio Cultural de Planaltina-DF;
Brasília – DF.

A ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS – APL, Entidade Cultural sem fins lucrativos, criada e funcionando nesta cidade desde 1998, atualmente com 24 escritores associados, CONSIDERANDO AS INFORMAÇÕES ABAIXO:
      I.          Que o escritor Mário César de Sousa Castro, (...), é Diretor Cultural e de Comunicação Institucional de nossa Entidade, e que desempenha seu cargo administrativo com lisura e respeito, e goza entre nós de total confiança e admiração pelo excelente trabalho que já fez e faz em defesa da preservação do Patrimônio Cultural de Planaltina, sendo ele reconhecido regionalmente dentro e fora do DF por diversos pesquisadores renomados como Paulo Bertran e outros, como um dos mais sérios cientistas sociais focados nos estudos do Planalto Central do Brasil;
   II.          Que diante de seu respeitado currículo acima citado que atesta, sem nenhuma dúvida, sua capacidade intelectual como Comissário Técnico de Patrimônio Imaterial neste CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA, e suas virtudes de natureza moral, e que tudo isso junto o credencia a exigir respeito à sua biografia e à sua trajetória como Educador e Historiador de Planaltina, independente de alguém concordar ou não com o enfoque de suas pesquisas;
III.           Que esta Entidade tomou conhecimento informal de GRAVÍSSIMAS OFENSAS MORAIS À HONRA E A DIGNIDADE DO HISTORIADOR MÁRIO CASTRO, que é nosso dirigente, e que ele SENTIU-SE DESTRATADO DE FORMA DEPRIMENTE na última reunião, em 2016, do CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA, e que isto provocou indignação coletiva entre os nossos associados;
IV.          Que o CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA, que tem sido conduzido pelo seu Presidente, Prof. NILVAN VASCONCELOS, com total lisura, retidão, firmeza ético-política nos pronunciamentos públicos e deliberativos em defesa dos Bens Patrimoniais de nossa cidade, que esta entidade entende que assim deve ser o comportamento de todos os conselheiros desta instância.

Diante do exposto, solicitamos da Presidência do referido CONSELHO:
A.   Que este ATO DE DESAGRAVO ACADÊMICO AO EDUCADOR E HISTORIADOR MÁRIO CASTRO SEJA LIDO NA PRÓXIMA REUNIÃO DO CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA-DF, e que tal manifestação desta entidade conste em ata;
B.   Que se registre também na mesma ata que esta entidade reconhece este CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA como instância deliberativa valiosa e indispensável, e que, por isso mesmo, faz aqui UM APELO PÚBLICO-INSTITUCIONAL por sua continuidade em parceria com as Entidades da Sociedade Civil Locais, e apela para que o Professor MÁRIO CASTRO permaneça sendo titular dando sua contribuição relevante à cultura de nossa cidade.

Planaltina-DF, Sessão Acadêmica de Sábado, 18 de fevereiro de 2017.

XIKO MENDES, Presidente da APL.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Jornal PLANALTINA EM LETRAS (texto para edição trimestral de março de 2017).

DF COMEMORA 60 ANOS EM 2017

Historiador Xiko Mendes
(Da Academia Planaltinense de Letras, ALANEG, ALNM, ANE e ALAP).

Como todos sabem, a mudança da capital federal era sonho antigo. Projeto concebido e repensado várias vezes desde o Tratado de Madri em 1750 quando o cartógrafo Francisco Tossi Colombina fez o primeiro mapa do Planalto Central para fixar as fronteiras entre Portugal e Espanha na América do Sul. Em 1823 José Bonifácio de Andrada sugeriu que Paracatu (que seria renomeada como Brasília) seria a sede da Nova Capital do Brasil. Em 1849 o historiador e diplomata Francisco Adolpho de Varnhagem (Visconde de Porto Seguro) editou sua primeira versão do “Memorial Orgânico” propondo construir Imperatória (este era o nome sugerido para a capital). Ele foi o primeiro que propôs de forma clara a localização da Capital aqui no Planalto Central. Em 1877 o dito Visconde passou todo o primeiro semestre daquele ano em Formosa-GO visitando as ditas terras planaltinas. No mesmo ano publicou em Viena na Áustria (onde era embaixador de nosso país), o livro “A Questão da Capital: Marítima ou no Interior?”. Neste livro defende com ardor que a Capital fosse edificada na atual região das Águas Emendadas (no meio das três bacias: Platina, Sanfranciscana e Amazônica), isto é, no meio entre a Lagoa Feia (Formosa), a Lagoa Formosa (em Planaltina-GO) e Lagoa Mestre d’Armas (em Planaltina-DF, hoje dentro da Estação Ecológica Águas Emendadas).
Quinze anos depois, em 5 de maio de 1892 chegava a Planaltina-DF, Pirenópolis, Formosa e Luziânia, os cientistas da Missão Cruls, para estudar e identificar o território do futuro DF conforme determinava o artigo 3º da Constituição Federal de 1891 (projeto de autoria do deputado catarinense Lauro Müller e subscrito por 90 constituintes). Em 17 de maio de 1894 era finalmente concluído o Relatório da Missão Cruls. Outros tantos relatórios foram feitos. Em 7 de setembro de 1922 – Centenário da Independência do Brasil – foi inaugurada em Planaltina (hoje DF), a construção do obelisco “Pedra Fundamental da Futura Capital dos Estados Unidos do Brasil” (projeto de autoria dos deputados Americano do Brasil e Rodrigues Machado).
Em 18 de fevereiro de 1957 – há exatos 60 anos – a Comissão chefiada por Dr. Ernesto Silva (depois Dirigente da NOVACAP – Companhia Urbanizadora da Nova Capital), encerrou o trabalho de medição das terras goianas no espaço demarcado para ser o Distrito Federal. A escrituração pública das terras deu-se neste dia histórico quando Goiás transferiu para a União (governo federal) a área onde hoje está Brasília-DF. Foram medidos 30.933,759 alqueires geométricos para constituir o território de 5.814 KM2, formando assim o nosso Distrito Federal.
Finalmente, com a Lei Federal nº: 3.273, de 1º de outubro de 1957, ERA INSTITUCIONALIZADO O DISTRITO FEDERAL como Sede da União e tendo como único município: Brasília-DF. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

FICIFEP (FÓRUM DE INTERLOCUÇÃO COMUNITÁRIA COM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO EM PLANALTINA-DF)

Planaltina-DF, sexta, 17 de janeiro de 2017.
À Senhora Simone Macedo,
D.D. Diretoria da AACHP
ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CENTRO HISTÓRICO DE PLANALTINA-DF.
À Professora OLGAMIR AMÂNCIA FERREIRA,
D.D. Diretora do Decanato de Extensão da UnB;
Ao Professor MARCELO BIZERRIL,
D.D. Diretor da FUP/UnB;
À Diretoria do IFB – Campus de Planaltina-DF.

               PREZADOS(as) DIRIGENTES,

               Neste momento em que se realiza em nossa cidade o VII SEMINÁRIO DE PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA, evento do qual celebramos sua importância para se discutir e avaliar propostas e políticas públicas culturais, nós, da Diretoria da APL, aproveitamos o ensejo para encaminhar em anexo PROPOSTA DE AUTORIA DE UM DOS NOSSOS ASSOCIADOS. Trata-se da proposta de criação do FICIFEP – FÓRUM DE INTERLOCUÇÃO COMUNITÁRIA COM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO EM PLANALTINA-DF.
               Solicitamos que essa proposta seja apreciada (debatida e se possível aprovada) no sentido de se criar uma instância dialógica entre a UNB, o IFB e as Entidades da Sociedade Civil Organizada de Planaltina. Que o FICIFEP seja de fato um espaço para construir propostas e parcerias que materialize bons resultados na interface CULTURA-EDUCAÇÃO em nossa cidade. Embora a nossa entidade não seja autora oficial dessa proposta, avaliamos como prudente que ela fosse encaminhada oficialmente pela Diretoria da APL.
               Desde já agradecemos a acolhida de nosso pedido e aproveitamos para sugerir que de imediato umas ações do FICIFEP, caso aprovado, seja promover a realização de curso de EDUCAÇÃO PATRIMONIAL tendo como inscritos, prioritariamente, os membros do CONSELHO REGIONAL DE CULTURA DE PLANALTINA e do CONSELHO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA, mas que também sejam inscritos alunos de graduação e de cursos técnicos tanto da UnB quanto do IFB, e que a participação desses estudantes seja computada como complementação de créditos como curso de extensão universitária.
               Atenciosamente,


                              FRANCISCO DA PAZ M. SOUZA
ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS
Vice-presidente, Gestão 2011 a 2017.




Proposta encaminhada para discussão e votação no
VII Seminário de Patrimônio Cultural de Planaltina dia 20/01/2017.
_________________________________________________________
Minuta de Regimento Interno (provisório) do FICIFEP: Fórum de Interlocução Comunitária com Instituições Federais de Ensino em Planaltina-DF

Art. 1º: O Fórum de Interlocução Comunitária com Instituições Federais de Ensino em Planaltina-DF – FICIFEP é uma instância democrática, dialógica, paritária, crítico-propositiva e mediadora de avaliação de políticas públicas e projetos político-pedagógicos universitários no que trate da relação Cultura-Educação no contexto da interface Docência-Pesquisa-Extensão. É constituído com a FINALIDADE de se promover debates técnico-acadêmicos e político-pedagógicos regulares intermediando contatos e parcerias institucionais na execução de ações e projetos com a Participação Proativa, Autônoma e Equitativa de Entidades da Sociedade Civil Organizada Local junto à gestão de instituições federais de ensino como Universidade de Brasília – UnB e Instituto Federal de Brasília – IFB, visando a construção de propostas de Desenvolvimento Local Integrado Sustentável que incentive, divulgue, preserve e crie perspectivas de apoio material à valorização permanente do Patrimônio Cultural e Socioambiental de Planaltina – DF.
§ 1º: O FICIFEP não se constitui como pessoa jurídica e sua organização institucional e funcionamento dar-se-ão mediante assinatura de Termo de Adesão e Protocolo de Compromisso e Obediência ao seu Regimento Interno.
§ 2º: Dentro de cento e vinte dias após a constituição do FICIFEP, será aprovada a versão definitiva do Regimento.
§ 3º: Após a aprovação definitiva de seu Regimento Interno, suas deliberações serão oficializadas por meio de Regulamentos, Resoluções e outros meios definidos por seu Comitê Gestor.
Art. 2º: Podem se inscrever como membros do FICIFEP:
       I.          Entidades da Sociedade Civil Organizada que comprovem sede ou subsede e atuação regular/regularizada em Planaltina;
     II.          Instituições Federais de Ensino com campus em Planaltina;
   III.          Diretorias de escolas da Regional de Ensino de Planaltina;
  IV.          Pessoas físicas com militância cultural comprovada em Planaltina nos dois anos anteriores à solicitação de inscrição;
§ único: Para cada inscrito serão solicitadas cópias de documentação que identifiquem o candidato a associado;
Art. 3º: São OBJETIVOS do FICIFEP:
       I.          Reivindicar a PARTICIPAÇÃO PROATIVA, AUTÔNOMA E EQUITATIVA das Entidades da Sociedade Civil Organizada Local nos órgãos decisórios das instituições federais de ensino em seus campi situados em Planaltina-DF;
     II.          Solicitar das instituições federais de ensino como UnB e IFB, a construção de parcerias com Entidades da Sociedade Civil Organizada Local na proposição e execução de ações e projetos de valorização do Patrimônio Cultural e Socioambiental;
   III.          Propor e encaminhar demandas prioritárias relativas ao Patrimônio Cultural e Socioambiental de Planaltina incluindo-as no Planejamento Administrativo, Pedagógico e Orçamentário Anual das instituições federais de ensino;
  IV.          Avaliar políticas públicas culturais e sua relação com a interface Docência-Pesquisa-Extensão Universitária destacando, entre outros, os aspectos referentes ao compromisso institucional técnico-pedagógico com a preservação e divulgação dos Bens Patrimoniais de Planaltina;
    V.          Apresentar outras reivindicações culturais aprovadas em assembleia geral desde que envolvam a Matriz Identitária e Patrimonial de Planaltina.
 Art. 4º: São órgãos do FICIFEP:
       I.          Assembleia Geral: espaço de deliberação das decisões e discussões a serem tomadas pela maioria dos presentes em reuniões ordinárias trimestrais ou extraordinárias mediante carta convocatória de metade de seus membros ou por iniciativa do Comitê Gestor;
     II.          Comitê Gestor: coordenação política e técnica encarregada de presidir as reuniões ordinárias bimestrais para dar encaminhamento às deliberações.
§ 1º: O Comitê Gestor do FICIFEP é composto por quatro integrantes:
       I.          Coordenador Executivo: responsável pela Mesa Diretora dos trabalhos e oficialização dos encaminhamentos aprovados;
     II.          Coordenador Administrativo: responsável pela redação, documentação, despacho ou arquivamento das decisões, atuando também como Relator-chefe;
   III.          Coordenador de Relações Institucionais e Comunitárias: responsável pelos contatos externos que visem a articulação com outras instituições públicas e privadas e com a comunidade em geral, com foco na busca de novos parceiros que contribuam na construção de seus objetivos;
  IV.          Suplente: encarregado de substituir eventuais ausências ou impedimentos de quaisquer dos titulares.
§ 2º: O Comitê Gestor pode ser convocado, extraordinariamente por decisão de metade de seus integrantes ou pela Assembleia Geral.
§ 3º: Preferencialmente, o Comitê Gestor deve ser eleito de forma paritária sendo um membro pessoa física, um membro que represente entidade da sociedade civil local, um que represente as instituições federais de ensino e outro que represente Direção de Escolas e ou a Regional de Ensino.
Art. 5º: É proibido aos membros do FICIFEP:
       I.          Fazer apologia político-partidária, teológica ou sindical de qualquer natureza dentro dele;
     II.          Discriminar sócios e participantes por diferenças de opinião, credo, ideologia, convicção filosófica, questões de gênero ou raça.
   III.          Desrespeitar as deliberações tomadas pela maioria presente;
Art. 6º: Os casos omissos ou não esclarecidos neste Regimento serão deliberados no VII SEMINÁRIO DE PATRIMÔNIO CULTURAL DE PLANALTINA em 20 de janeiro de 2017.

Autor da Proposta:
Professor e Historiador XIKO MENDES[1]

OBSERVAÇÃO: a JUSTIFICATIVA DESSA PROPOSTA será apresentada oralmente pelo seu autor.




[1] Xiko Mendes (FRANCISCO DA PAZ MENDES DE SOUZA),  Professor de História e Historiador, é Servidor Público do Governo do Distrito Federal desde 1994.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

MECENOCRACIA

MECENOCRACIA INTERCULTURAL

Xiko Mendes (Cadeira VI da APL).

Na Grécia Antiga não se concebia Educação e Cultura como conceitos separados ou distintos. Para eles, que inventaram a Filosofia e a Ciência como conhecemos hoje, a arte de ensinar tinha um sentido sublime: educar implicava, sim, na formação humanística do cidadão, mas o educar-se estava intrinsecamente ligado à internalização da Cultura Grega em cada indivíduo. Para isso, os gregos inventaram a palavra PAIDEIA. Nesta palavra estavam embutidos os dois conceitos: educação e cultura como matriz da Civilização construída por eles e que se tornou o substrato cultural que deu origem ao Ocidentalismo (do qual o Orientalismo de que nos fala Edward Said seria um contraponto? Eis a questão para debate).
Na falta de originalidade, optei por criar um neologismo. Que Paideia entre nós possa de agora em diante ser concebida como MECENOCRACIA (o poder da Cultura na Escola). Defino este novo conceito como sendo o conjunto de ações cívico-pedagógicas da Sociedade Civil condicionando e fortalecendo políticas públicas culturais com foco no protagonismo intelectual-comunitário e na criatividade coletivo-interativa partilhada como estratégias de construção dinâmica do Conhecimento e valorização dele para o empoderamento do Saber Crítico e autônomo dos Corpos Discente e Docente. No contexto da Mecenocracia, escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e de qualidade deverão ser posicionadas enquanto espaços sociais mediadores da interlocução interdisciplinar e transdisciplinar entre Ciências, Artes, Tecnologia e Humanismo que instrumentalizem o Desenvolvimento Sustentável de forma justa, igualitária e ambientalmente equilibrada.
MECENOCRACIA INTERCULTURAL é tudo isso e, especificamente, o poder de influência não etnocêntrica de Culturas Regionais não globalizadas sobre didáticas críticas que construam projetos político-pedagógicos com ênfase em processos de ensino-aprendizagem que priorizem a universalização diversificada de Saberes Locais, e evoque a historicidade da Identidade Étnica Multicultural Nacional sem preconceitos de cor, credo, ideologia e gênero.



sexta-feira, 16 de setembro de 2016

ROCK ECOLOGIA COMEÇA CIRCUITO DE SHOWS NO PRÓXIMO DOMINGO, DIA 18:
Projeto reunirá 20 bandas e grupos de rock independente de todo o DF numa iniciativa inédita que pretende unir cultura, sustentabilidade e preservação da fauna e da flora do cerrado.



Que tal aproveitar o dia de folga, reunir a família e os amigos para curtir o melhor do rock independente no parque mais perto de você? Em uma iniciativa inédita da Secretaria de Cultura do DF em convênio com o Ministério da Cultura, 20 bandas e coletivos de rock irão se apresentar na primeira edição do projeto Rock Ecologia Trilha Parque, que acontecerá nos dias 18/09, 25/09 e 1 e 2/10 nos parques vivenciais localizados nas regiões administrativas de São Sebastião, Samambaia e Ceilândia. Além de shows e atividades artísticas, serão realizadas oficinas de permacultura, material reciclável, brinquedos populares, plantio de mudas de árvores nativas do cerrado, entre outras ações. Todas as atividades serão gratuitas e abertas a todos os públicos. Confira a programação completa AQUI ou acesse www.cultura.df.gov.br.
O Rock Ecologia vai realizar campanhas e ações de conscientização ambiental, além de fortalecer a identidade de Brasília como Capital do Rock. A proposta é prevenir a crescente degradação e o desmatamento do ecossistema do cerrado no Distrito Federal e Entorno, com ações socioeducativas e culturais que mobilizem a sociedade para a urgência em preservar esse patrimônio ambiental.
As 20 atrações foram selecionadas por meio de um edital de chamamento público, que visa democratizar o acesso das bandas de rock independente às políticas de fomento cultural. O resultado foi a mistura de grupos já consagrados e iniciantes, de diversas Regiões Administrativas.
O projeto é uma realização da Secretaria de Cultura do DF em convênio com o Ministério da Cultura e, conta ainda, com parceria do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e Novacap.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

SÃO SEBASTIÃO: 18 de setembro, das 10h às 18h
Local: Parque Ecológico do Bosque

10h às 12h – Ecolimpo: Espaço SuperNova
·         Oficina de Escultura em Argila (Ludocriarte)
·         Oficina de Permacultura (Gustavo Chauvet)
·         Doação de Brinquedos e Espaço Kids
·         Slackline

10h às 18h – Encontro de Motoclubes de São Sebastião

10h às 18h – Varal Solidário
·         SHOWS 

12h às 18h - Poetas SuperNova (intervalo dos shows)
·         Devana Babu,
·         Zeca Oreba,
·         Nanda Pimenta
·         Priscilla Sena

13h20 - SBXDF (Banda convidada)
14h - Rebel Shot Party
14h50 - Cálida Essência
15h 40 - Alarmes
16h30 - Dog Savanna
17h20 - Rocan

SAMAMBAIA: 25 de setembro, das 10h às 18h
Local: Parque Três Meninas - QR 611 Conjunto 1 - Samambaia Norte

11h30 – Teatro SLU
10h às 12h - Piquenique com arte
10h às 11h - Aula de yoga - Sítio Geranium
11h às 12h - Troca de Sementes – Aprontag
10h às 12h – Espaço ISA/Movimento Samamba Rock (Diálogo aberto sobre a Ocupação do Parque Três Meninas)
10h às 18h – Varal Solidário

SHOWS:
14h às 18h - Poesia:  Domício Chaves, Carol Araújo, Cida Sannature, Rêgo Júnior, Ednaldo Lima (personagem Desmen Elisson Jerry) e Dom OitoMeia (intervalo dos shows)
12h40 – Haynna e os Verdes (Banda Convidada)
13h20 - Deus Preto (Banda Convidada)
14h - Trio DNP
14h50 – Eleven Gates
15h40 – Parafernália
16h30 - Lost in Hate
17h20 - Gérson Deveras e os Cachorros das Cachorras

CEILÂNDIA: 01 e 02 de outubro, das10h às 18h 
Local: QNP 11 área especial - P Norte

01/10 – Sábado:
·         10h – Roda de Capoeira Sol Nascente
·         10h30 – Teatro SLU
·         11h - Oficina de Material Reciclável – CPCAM
·         10h às 18h - Varal Solidário 

SHOWS:
13h20 - Duplo Destino (Banda Convidada)
14h - Blue Butterfly
14h50 – Rádio Rock
15h40 - Extinction Remains
16h30 - Metrópole Locomotiva
17h20 - Dillo Daraújo

02/10 – Domingo:
·         10h - Roda de Capoeira Sol Nascente
·         11h - Oficina de Brinquedos Populares - ArteCei
·         10h às 18h – Varal Solidário

SHOWS:
14h – Horta Project
14h50 - Dínamo Z
15h40 - Ângelo Macarius Band
16h30 – Zilla

17h20 – Passo Largo 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

CIRCUITO DE FEIRAS DO LIVRO DO DF


            De 25 a 27 de abril aconteceu, em Planaltina, a 9ª etapa do CIRCUITO DE FEIRAS DO LIVRO DO DF. Foram três dias de muita música, poesia, contação de histórias, alegria e, principalmente, gente bonita.

            O evento – que contou com a participação de vários escritores – se deu no estacionamento da praça do estudante, em frente à Coordenadoria Regional de Ensino de Planaltina, e teve como público alvo estudantes das escolas públicas da cidade.